quinta-feira, 17 de julho de 2014

OS BRICS

15 Julho, 22:52

A independência como marca da ação política dos BRICS

BRICS, Brasil, Rússia, reunião, encontro, Índia

Faz quase 14 anos que a sigla BRIC surgiu no vocabulário do mundo. Em 2001, cunhada por Jim O'Neill, ela se tornou conhecida no estudo "Building Better Global Economic BRICs" e é lembrada toda vez que se fala no clube, grupo ou bloco de que fazem parte o Brasil, a Rússia, a Índia e a China (e, depois, também a África do Sul – no bloco BRICS).

Por iniciativa de Vladimir Putin, os líderes daqueles quatro países se reuniram pela primeira vez na cidade de Ekaterinburgo, na Rússia, em 2009, e desde então se encontram regularmente uma vez por ano numa reunião de cúpula. Agora, em Fortaleza.
A literatura econômica contemporânea não tem seguramente exemplos parecidos com este, em que de repente uma sigla se torna tão falada e discutida, passando de "menina dos olhos" para "o patinho feio" da história. E não é por menos. Entre 2003 e 2007 o crescimento econômico dos quatro países que fazem jus à sigla original representou 65% da expansão do PIB mundial. Atualmente, com a crise, cujas origens são bem conhecidas, os países em desenvolvimento, os BRICS entre eles, obviamente têm passado por dificuldades maiores do que os outros, e apresentam resultados muito mais modestos.
Na opinião de vários analistas econômicos, o BRICS acabou, mas, considerando os números, torna-se difícil concordar com essa conclusão.
Vejam só: de acordo com o FMI, nas últimas duas décadas o peso econômico do BRICS no mundo passou de 5,6% para 21%. Os BRICS representam 40% da população mundial e têm como características próprias o baixo custo de mão de obra, a crescente produtividade, o grande e ávido mercado interno, o incentivo aos investimentos estrangeiros e, em alguns deles, uma inesgotável oferta de recursos naturais. O conjunto desses fatores oferece e cria as oportunidades para o BRICS terem grande potencial de crescimento.
As reservas internacionais dos BRICS representam 5,2 trilhões de dólares. O grupo, que inicialmente não conseguiu ser chamado nem de clube, hoje está se tornando um bloco com posições conjuntas em vários assuntos internacionais, como por exemplo, ultimamente, nos casos da Síria e da Ucrânia. A marca da ação política dos BRICS é o caminho da independência, da livre escolha, da reforma financeira global e do mundo multipolar.
Na parte econômica, as coisas não estão tão claras ainda, mesmo porque alguns membros do grupo têm objetivos diferentes e várias vezes distantes.
Na opinião de Vladislav Inozemtsev, professor de Economia da Universidade Estatal de Moscou, exposta no artigo "Uma Pauta para Amanhã", publicado na revista BRICS Business Magazine, para o BRICS se tornar uma influente instituição internacional é necessário fortalecer as ainda fracas relações comerciais entre os parceiros, além de oferecer ao mercado, inclusive ocidental, as ideias que podem se tornar um importante caminho para a aproximação.
Em relação às ligações entre parceiros dentro do BRICS, estão começando a surgir os primeiros resultados significativos, isto é, as assinaturas recentes de grande número de volumosos contratos entre a China e a Rússia, incluindo fornecimento de gás no valor de US$ 400 bilhões, e as intenções da China de aumentar o volume de comércio com os demais países do BRICS, particularmente com o Brasil.
O diálogo com o Ocidente – continua o professor Inozemtsev – ainda está fraco.
Caso os BRICS realmente desejem, dentro de 30 ou 40 anos, tornar-se líderes da moda econômica mundial, eles devem tomar iniciativa nos assuntos que são os principais na política global.
De acordo com o professor, são três os principais.
Primeiro, o aquecimento global, como principal problema ambiental planetário, em que ele sugere participação mais ativa dos países do BRICS num debate mundial, principalmente a Rússia, a China e a Índia.
Segundo, a avaliação da dívida interna dos Estados Unidos e da União Europeia, uma situação que estamos vivendo atualmente e que dificilmente vai mudar nos próximos dez anos.
O problema é que até 1990 o Ocidente foi credor global, mas na atualidade tudo mudou drasticamente, e enquanto Rússia, Índia e Brasil possuem reservas mundiais de 5,2 trilhões de dólares (em novembro de 2013), o Ocidente está com uma dívida interna altamente preocupante.
O autor do artigo publicado na revista BRICS Business Magazine sugere aos líderes dos países do BRICS preparar propostas que, por um lado, possam diminuir as dívidas mas, por outro, contribuir para o desenvolvimento dos próprios BRICS.
O terceiro assunto para ser discutido é o problema da corrupção e da falta de transparência – tema que tem a maior importância para o crescimento dos países em desenvolvimento, e que assusta os investidores, os bancos e o mundo dos negócios ocidental.
A própria política anticorrupção de cada país do BRICS tratada pelo governo e órgãos competentes e seguida de ações conjuntas com o sistema financeiro mundial torna cada vez mais difícil a transferência ilegal de dinheiro para os bancos do Ocidente.
Fortalecendo as ações conjuntas na área política internacional, aperfeiçoando as relações comerciais dentro do bloco, criando uma agenda conjunta com os países do Ocidente, definindo a sua estratégia e captando novos sócios, o BRICS tem tudo para se tornar um importantíssimo player nas relações globais.
A impressão que se tem é de que os líderes dos países do grupo estão entendendo isso, como demonstram a decisão rápida da criação do banco de investimento com capital de US$ 50 bilhões e o acordo do contingente de reservas, com US$ 100 bilhões disponíveis. Eles mostram a clara decisão de transformar o BRICS num organismo político e econômico com objetivos bem definidos.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

SPED CONTÁBIL

O que é

É a substituição da escrituração em papel pela Escrituração Contábil Digital - ECD, também chamada de SPED-Contábil. Trata-se da obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.
Segundo a Instrução Normativa RFB nº 787 de 19 de novembro de 2007, estão obrigadas a adotar a ECD em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007 e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) em relação aos fatos contábeis desde 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009).
Para as demais sociedades empresárias a ECD é facultativa.
As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas desta obrigação.

Fonte: RECEITA FAZENDA

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A COPA DAS COPAS

 A copa acabou ao menos para o Brasil que sonhava com o Hexa campeonato, porém temos que valorizar esse evento que veio ao país. Mesmo com a incômoda sensação de corrupção do Sr. Marin que ao que parece cedeu aos encantos mesquinhos da oposição, e colaborou com o vexame ao impedir que o Cafú pentacampeão não pudesse cumprimentar seus colegas.
  Típico daqueles facínoras da ditadura, usurpadores do talento alheio e opressores do caráter humano, muito estranho o acidente do viaduto de BH, e após a presidenta Dilma dizer que entregaria a taça, tudo veio abaixo, lembrando os velhos golpes mesquinhos da classe dominante, em especial vindo do ninho tucano da oposição na bela Minas Gerais, dilapidada por políticos mesquinhos que se preocupam somente com poder.
 Porém devemos valorizar o governo Dilma que mesmo com tantas intempéries, soube conduzir uma copa que foi um sucesso. Somente em SP capital a receita girou em 1 bilhão de reais.
  O país perdeu no futebol, mas ganhou em visibilidade, por mais que os oposicionistas não queiram demonstrar isso, temos que observar bem os meios desses políticos e impedi-los de voltar ao poder com sua fúria avassaladora, somente com o intuito de vencer a qualquer custo, apoiados por uma midia que despreza a inteligentsia nacional.
 A economia vai voltar a melhorar, segundo tendências de mercado, a partir de Setembro desse ano, e temos que ver todos os resultados positivos antes de acreditar em qualquer mentira dita descaradamente, por uma súcia de incompetentes, que querem voltar ao poder a qualquer custo.
  O golpe de 64 foi militar, o golpe de 2014 será midiatico, fiquem atentos! Não podemos retroceder atendendo os interesses de meia dúzia de predadores capitalistas, O Brasil é nosso!

RICARDO JERONIMO DA CUNHA
CONTABILISTA
(19) 99769 9642  - 3845 1887


segunda-feira, 7 de julho de 2014

EMPREENDEDOR

Como vencer os 3 principais motivos do fracasso à frente de uma empresa

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Mais uma segunda-feira e você precisa levantar da cama para ir até aquele trabalho que você não gosta porque tem que pagar as despesas da sua casa.
Todos os dias são assim há anos.
Você muda de emprego, de salas e de colegas de trabalho, mas na essência do seu dia você só enxerga insatisfação.
Insatisfação não porque você trabalha fazendo o que não gosta se sentindo prisioneiro das circunstâncias, mas porque você sabe, no seu interior, que você é capaz de realizar muito mais coisas do que viver essa vida monótona de despertador-trabalho, trabalho-tv-despertador.
Você navega na internet procurando maneiras de se libertar dessa rotina maquiavélica e encontra na possibilidade de empreender a sua salvação.
Enfim você enxerga a possibilidade de trabalhar no que gosta, ganhar um bom dinheiro com isso e conduzir uma vida menos estressante à frente da sua família.
Mas como evitar que você perca tudo aquilo que já conquistou investindo em uma ideia de negócio que talvez possa te libertar? 
Esse é o tema do artigo de hoje onde vamos estudar maneiras de diminuir o risco de falir o próprio negócio.
“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo. ”  Winston Churchill

As causas mais comuns de fracasso nos negócios

Segundo o professor Idalberto Chiavenato, um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos, em seu livro Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito Empreendedor são quatro as causas mais comuns de fracasso das novas empresas:
72% fracassam devido a inexperiência: Incompetência do empreendedor, falta de experiência de campo, falta de experiência profissional e experiência desequilibrada.
20% fracassam devido a fatores econômicos: Lucros insuficientes, juros elevados, perda de mercado, mercado consumidor restrito e nenhuma viabilidade futura.
11% fracassam devido a vendas insuficientes: Fraca competitividade, recessão econômica, vendas insuficientes e dificuldade de gerenciar estoques.
8% fracassam devido a despesas excessivas: Dividas e cargas demasiadas e despesas operacionais elevadas.
3% fracassam devido a outras causas: Negligencia, capital insuficiente, clientes insatisfeitos, fraudes e ativos insuficientes.
* Algumas empresas fracassam devido a problemas em duas ou mais áreas. Por isso a soma do percentual é maior que 100%.
Repare que a maioria das empresas não fracassam por causa da situação econômica do país ou do mundo ou uma outra causa externa a empresa.
A maioria dos empreendedores fracassam por falta de experiência, incompetência ou falta de planejamento.
Logo, atacar esses três principais pontos torna-se então objetivo do nosso estudo.
Vamos começar pelo último.

Como vencer a falta de planejamento

Talvez o seu desejo de se libertar da sua rotina de sacrifícios seja tão grande que a sua vontade seja mesmo de jogar tudo para o alto, pedir as contas e usar o dinheiro da sua demissão para abrir um negócio.
Você não dá atenção para o fato de que a sua mentalidade está forjada para ser empregado e que a falta de dinheiro lhe trará tanta insegurança e ansiedade que consumirá todas suas reservas financeiras e emocionais.
Planeje-se e vá trabalhar todos os dias naquele lugar que você não gosta sabendo que você está todos os dias dando mais um passo na direção da porta de saída do escritório e de entrada para a sua própria empresa.
Vença a falta de planejamento, uma das principais causas para o fracasso dos novos empreendedores, guardando dinheiro para no mínimo seis meses de despesas, fazendo cortes no seu orçamento doméstico e acumulando receita para investir no seu empreendimento sem precisar tocar na sua reserva.
Estabeleça metas sem se preocupar com o nicho onde a sua empresa atuará. Preocupe-se apenas em saber que até tal data você terá tal recurso reservado ou mesmo terá concluído tal formação.
Planejar é como programar uma viagem. Você sabe onde quer chegar, sabe qual caminho pegar e onde serão as paradas para reabastecimento.
[citação] “Se acha que a competência custa caro, experimente a incompetência. ” Miguel Monteiro 

Como vencer a incompetência

Incompetência e falta de experiência poderiam ser colocadas abaixo do mesmo tópico porque uma razão tem forte relação com a outra, entretanto vamos definir incompetência como a falta de conhecimento (e não experiência) em realizar algo.
Se tenho incompetência para escrever, significa que preciso estudar mais sobre ortografia, gramática e redação para escrever melhor.
Apesar de ter um talento para escrever, ou seja, ser algo natural para mim sentar e escrever estas linhas, ser incompetente neste assunto me traria problemas à frente o meu negócio que basicamente se trata de escrever.
Localize no que você é incompetente e tome uma dessas três decisões:
  • Abandone a área onde é incompetente;
  • Busque adquirir conhecimento em tal área; ou
  • Conquiste um parceiro de negócios para te ajudar nela.
Já fui dono de uma empresa que fracassou devido boa parte à minha falta de competência para gerenciar projetos de tecnologia.
Como esta não era uma área para qual eu tinha talento ou um mínimo gostava tanto, decidi abandonar tanto a área como a empresa, encerrando as suas atividades no final de 2012.
Quando peço para você localizar no que você é incompetente é para que você faça uma autoanálise enxergando suas deficiências para evitar um fracasso eminente à frente do seu futuro negócio como revelou a pesquisa anterior.
Se não sabe vender e seu negócio precisa vender. Busque aprender a vender ou encontre um parceiro que saiba fazer isso por você.
De forma alguma empenhe-se a fazer algo que não seja natural para você ou que você não esteja capacitado para fazer.
Afinal, é preferível chamar um salva vidas na praia para salvar alguém que está se afogando ou entrar no mar para fazer um salvamento sem saber nadar?
“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela. ” Albert Camus 

Como vencer a falta de experiência

A última principal razão para o fracasso das empresas é também a mais fácil de vencer, apesar de contar com a presença de um bravo inimigo: a ansiedade.
Um dos meus livros digitais trata justamente do test drive dos negócios que nada mais é que adquirir experiência em um negócio enquanto ele progride.
Para vencer a falta de experiência à frente de qualquer negócio, tudo o que você precisa fazer é diminuir o tamanho do risco e sua ansiedade em tê-lo funcionando por completo.
Se você pretende abrir uma loja de roupas, ao invés de alugar um ponto comercial, contratar um contador e investir em um contrato social, maquinário e estoque, você deve antes montar uma barraca em um local com uma boa circulação de pessoas (uma festa junina, igreja, praça central de uma cidade, etc.) para vender roupas que pegou em consignação de algumas marcas.
Assim como ao invés de contratar um programador para criar um site para a sua empresa, pode antes vender seus produtos no Mercado Livre ou outro site similar.
Repare que em ambas as situações, diminuímos o risco reduzindo o tamanho do negócio do negócio inicial.
Se ele der certo “pequeno”, você pode ir melhorando-o na medida em que aprende mais sobre negócios e a sua mentalidade vai se transformando em uma mentalidade de empreendedor.
“As coisas são tão limitadas quanto a mentalidade das pessoas. ”  Jim Carrey 

Descompressão mental

Não adianta você querer largar uma vida de cinco anos como empregado indo e voltando para os mesmos tipos de lugares e recebendo um salário no final do mês de uma para outra sem antes passar por uma descompressão mental.
Eu já passei por isso e sei do que estou falando.
Quando você sai de um emprego para abrir a sua própria empresa, acaba transformando a sua empresa em um emprego porque a sua mentalidade ainda não mudou.
Você torna a vender a sua liberdade por um pagamento no final do mês.
Mesmo que você tenha dez ou vinte clientes, vai acabar que o seu modelo de negócio refletirá o modelo mental de empregado e isto será péssimo para você e para a sua carreira.
Seu primeiro dever portanto, para não fracassar, é transformar a sua mentalidade, investindo tempo e trabalho neste processo.
Qual outra razão para o fracasso você acha que faltou nessa lista?
“Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo. ” Leon Tolstoi 
Marcos Rezende
Empreendedor, fundador do Insistimento e orientador de carreira para empreendedores.
Criador do Programa “Negócio do Zero” onde ensina a criação e rentabilização de negócios.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

CALENDÁRIO FISCAL

CALENDÁRIO ANUAL DAS ENTIDADES


JANEIRO: FECHAMENTO  DO LIVRO CAIXA DO ANO ANTERIOR

FEVEREIRO: RAIS

MARÇO:  PUBLICAÇÃO DE BALANÇO PATRIMONIAL
               DSPJ (IMPOSTO DE RENDA PARA AS INATIVAS)

ABRIL:   DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FISICA DOS DIRETORES.

MAIO: DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA DA ENTIDADE (DIPJ)

JUNHO: RENOVAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DE UTILIDADE PUBLICA FEDERAL

JULHO: BALANÇO SEMESTRAL

AGOSTO: MANUTENÇÃO LIVRO CAIXA E ORGANIZAÇÃO CONTÁBIL

SETEMBRO: PERÍODO PARA MONTAGEM DE PROJETOS SOCIAIS PARA O ANO POSTERIOR.

OUTUBRO: ENVIO DOS PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AO CMASH E CMDCA.

NOVEMBRO : ENVIO DOS PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AO CMASH E CMDCA.

DEZEMBRO: DCTF ANUAL PARA IMUNES.


 Não esquecendo que durante todo o ano deve ser dar especial atenção quanto aos vencimentos de mandato e manutenção do estatuto social.

LEGALIZE SUA IGREJA

AS IGREJAS E SUAS OBRIGAÇÕES LEGAIS

No Brasil vige o princípio constitucional da separação Igreja-Estado, não podendo o Estado intervir com relação a questões religiosas, espirituais ou de fé, bispos, pastores, ministros, diáconos, presbíteros, evangelistas etc, para os quais não existe qualquer regramento legal, tendo a Organização Religiosa, qualquer seja sua confissão de fé, toda a autoridade de estabelecer os critérios para o exercício destas funções eclesiásticas, em face da garantia da ampla liberdade religiosa constitucional, pressupondo respeito a lei, inclusive, no exercício da fé.      

Contundo, é vital registrar que, para o ordenamento jurídico brasileiro, a Igreja,  enquanto organização social, é pessoa jurídica de direito privado, como disciplinado no Código Civil, e sua diretoria estatutária responde judicialmente pelos danos causados a Instituição de Fé, aos membros e a terceiros, independente de ter havido culpa (ação involuntária) ou dolo (ato intencional) pelo causador, pois desde a Constituição Federal de 1988, graças a Deus, vivemos num Estado Democrático de Direito, o que pressupõe uma atuação ética eclesiástica.

Destacamos, para exemplificação algumas áreas e aspectos legais nas quais as Igrejas, Entidades Eclesiásticas ou Instituições de Fé, estão obrigadas a respeitar, tais como quaisquer organizações associativas, junto a Sociedade Civil Organizada.

Área civil: orientar que só os membros civilmente capazes, em geral os maiores de 18 anos, devem participar de assembléias deliberativas, votando ou sendo votados, podendo legalmente ser eleitos para quaisquer cargos de diretoria estatutária, conselho fiscal, conselho de ética, exatamente numa proposição de governança ética etc;

Estatutária: ter o Estatuto Associativo averbado no Cartório do RCPJ, que é uma espécie de Certidão de Nascimento da Organização Religiosa o qual possibilita o cumprimento de deveres e o exercício de direitos, inclusive na obtenção de seu CNPJ na Receita Federal;

Associativa: que os membros devem possuir um exemplar do Estatuto, onde constam seus direitos e deveres, e que a exclusão dos membros deve ser efetivada com procedimentos bíblicos e legais, sob pena de reintegração por descumprimento estatutário e direito a indenização de dano moral por exposição ao vexame público etc.

Imobiliária: reunir-se em local que possua Alvará ou Autorização Municipal, ou quando for o caso de construção nova “Habite-se”, e ainda, o Certificado da Vistoria do Corpo de Bombeiros etc;

Responsabilidade civil: manutenção de instalações de alvenaria, elétricas e hidráulicas em bom estado de conservação, extintores de incêndio, saídas de emergências etc, sendo recomendado, a contratação de um seguro contra incêndio e acidentes no templo e dependências, e, para veículos da Igreja;

Obrigação moral e espiritual relativa aos pastores e ministros religiosos que devem ser sustentados condignamente através dos rendimentos eclesiásticos.


Tributária: usufruir o direito à imunidade da Pessoa Jurídica, com relação a impostos, requerendo o reconhecimento junto aos órgãos públicos, e obrigatoriedade de apresentação da declaração de imposto de renda anual, além de reter e recolher ao Fisco o imposto devido pelo pastor, ministros e funcionários, além da obrigação com os demais tributos, tais como: taxas e contribuições, especialmente as sociais;

Trabalhista: registrar a Carteira de Trabalho dos seus prestadores de serviços, pagando seus direitos em dia, tendo o Zelador(a) o direito a receber as horas extras prestadas, e, que sua família, se não for contratada, não tem obrigação de prestar serviços a Igreja, sob pena desta também ter direito a pleitear indenização trabalhista etc;

Voluntariado: ter consciência de que a Lei do Voluntariado não se aplica as Igrejas e Organizações Religiosas, não devendo a Igreja utilizar mão-de-obra de irmãos e irmãs que não seja direcionada para “atos de fé”, como: Diretoria Estatutária, Professor da EBD, Regente do Coro da Igreja, Grupos Musicais, Lider de Grupos de Oração, Presidente das Sociedades Internas: Homens, Mulheres, Jovens etc.

Previdenciária: quitar mensalmente as contribuições sociais de seus empregados, e, facultativamente de seus pastores e ministros etc;

Administrativa: respeito às atribuições dos diretores estatutários - presidente, vice-presidente, secretários, tesoureiros, conselho fiscal, conselho de ética, no cumprimento 
              
            MARCO CIVIL DO TERCEIRO SETOR


 A presidente Dilma Roussef assinou no último mês o marco regulatório do Terceiro Setor que deve mudar substancialmente, todo o funcionamento fiscal das pequenas e médias empresas e entidades do terceiro setor.

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