sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

A PARTIDARIZAÇÃO DA CORRUPÇÃO

O ESTADO E O DESAMPARO AOS NECESSITADOS

 É direito constitucional e obrigação do Estado amparar os necessitados, nesse rol estão as crianças carentes, recém nascidos, os doentes, os inválidos, os idosos e os pobres que estão em vulnerabilidade social.
  Sempre há a desculpa de que não há dinheiro para sanear esse problema, isso não é mais desculpas e sim mentiras! Mentiras dissimuladas, se observarmos a tamanha arrecadação em impostos, o déficit do INSS já teria que ser resolvido. Os investimentos nas áreas sociais deviam ser melhor fiscalizados, assim como os recursos na saúde.
 As mulheres hoje estão com espaço no mercado de trabalho e podem se defender economicamente, temos uma presidenta na republica, porém direitos das mulheres ainda não são totalmente respeitados.
  A corrupção leva para as contas no exterior os recursos que poderiam salvar inúmeras vidas, e ainda confortar  pessoas que estão no total descaso.
  Porém a corrupção continua, e está sendo combatida de maneira irresponsável pelos cidadãos, que partidarizam os escândalos e esquecem que esse dinheiro é público e dessa maneira de todos.
  A corrupção deve ser combatida e desestimulada no estado em todas as suas esferas governamentais e deve ser uma cobrança para todos os partidos, situação e oposição, porque se partidarizarmos essa fiscalização ela tende a ser um verdadeiro fiasco, e continuaremos como baratas tontas, em busca de uma solução que nunca vai chegar.
  A polícia federal tem feito um excelente trabalho, e ainda não vejo uma mensagem de congratulação a esses heróis da nação pelo povo brasileiro.
   Ricardo J. Cunha

  Contabilista e Ativista Político

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

O PETROLÃO E O DESGASTE NO SOCIALISMO NA AMÉRICA LATINA

  Os escândalos recentes de corrupção na Petrobrás demonstram a fragilidade das estatais diante da corrupção. Hugo Chaves (ex-Presidente) da Venezuela declinou de apoiar a Petrobrás quando percebeu que ao invés de socialistas a empresa estava repleta de oportunistas, facínoras do dinheiro público.
  Uma das metas do socialismo que seria deixar os meios de produção nas mãos do Estado e do Povo fica comprometido diante de ações de corruptores e corruptos, o estado enquanto instituição está repleto desses sujeitos, que utilizam do poder e da oportunidade estarem ali, para agirem.
  E a corrupção não partidária, e o que é pior, a corrupção nos partidos pode ser necessária (!) para que esses partidos conquistem poder comprando quem quer que seja num sistema que privilegia quem tudo pode, quem pode comprar independente da origem de seu lucro.
  O dinheiro oriundo da corrupção ao ser descoberto pode ter que ser devolvido, se bens forem comprados serão confiscados, contas bloqueadas, porém com o dinheiro sujo da corrupção podem contratar os melhores advogados sem o menor problema com a origem.
 Sem questionar o direito de defesa e a prerrogativa dos advogados, porém me parece injusto poder pagar algo com o recurso sujo da corrupção.
  Assim nos resta ter um estado contaminado de canalhas ao invés de socialistas que pensem no povo, mesmo tendo um partido de tendência de esquerda no poder.
  Ou os poderosos que estão no poder e assim estão por apoio dos socialistas apóiem o uso do espaço político para esses socialistas, ou os meios de produção jamais devem ficar nas mãos do estado.
  Porque no estado os parasitas que ali estão sugaram o bem público, depreciando inclusive a iniciativa privada.
 Precisamos urgentemente rever nossos valores enquanto há tempo, onde estão os socialistas? Precisamos de uma revolução cultural, nossas armas; cadernos, lápis canetas e nossos generais; professores e artistas.

  Educação e cultura é o único caminho para sairmos dessa mediocridade, ou a corrupção irá acabar definitivamente com a nação.

RICARDO J. DA CUNHA
CONTABILISTA ATIVISTA SOCIAL

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

domingo, 28 de setembro de 2014


O Descaso com os animais em Hortolândia

Mais uma eleição e os animais de Hortolândia continuam esquecidos, 
abandonados nas ruas.  o centro de zoonoses sem medicamento para tratar os 
animais recolhidos doentes, a super população de cães e gatos nas ruas 
de Hortolândia aumentando e nenhuma, nenhuma "politica pública" 
para diminuir a super população de animais de rua, sem educação para 
posse consciente. Desde maio/2012 até agora, setembro de 2014 a 
Prefeitura de Hortolândia ainda não conseguiu efetivar (nomear) 
o Conselho Municipal de Proteção aos Animais no município, nem tem "tempo"
 para comprar medicamentos para os animais do zoonoses. Sem castrações gratuitas,
 sem vontade politica, população, funcionários do zoonoses ajudam a recolher para 
consulta no zoonoses, (temos médicos vet,., mas não tem remédios)...  Até quando 
esperar por soluções e politicas públicas voltadas a defesa dos animais, os 
protetores de Hortolândia agonizam como estes seres indefesos em busca de 
apoio publico, para de fato, fazer de Hortolândia uma cidade melhor para todos, 
muito além dos outdoors e propagandas políticas.


Por Mônica Moreira Fonseca - Presidente da ABVAH

terça-feira, 9 de setembro de 2014

DERRUBANDO OS OBSTACULOS- AUTOCONHECIMENTO

Mude as crenças que limitam a sua vida

Mude as crenças que limitam a sua vida
Você está pronto para uma ideia que vai transformar a sua vida?
Ok – é mais fácil desapegar-se de suas crenças limitantes do que mantê-las.
Isso não é o que a maioria de nós aprende em desenvolvimento pessoal, mas logo você vai ver como é fácil deixá-las ir e estar livre delas para sempre.
Crenças limitantes são as pequenas vozes que o convencem de que você não pode ser / fazer / ter alguma coisa.
Como você sabe que mantêm crenças limitantes?
Ao longo de sua vida, você construiu crenças sobre o mundo. O que é realmente fascinante é o efeito físico dessas crenças. Quanto mais você reforçá-las, mais acentuado é o efeito em seu corpo. Se você é desleixado, se você tende a olhar para o chão enquanto anda, se você carrega peso extra, se você repetidamente tem problemas com uma parte específica do corpo – então seu corpo está exibindo a manifestação física de crenças limitantes que cercam sua auto-imagem.
Outro indício de crenças limitantes é a agitação persistente, mal-estar, ansiedade, depressão, indecisão, temperamento explosivo e outros problemas emocionais. Outra dica importante é a maneira de falar sobre si mesmo, para si mesmo, para outras pessoas e sobre o mundo. Realmente preste atenção ao tom de seu discurso. Você é na maior parte das vezes negativo? Mais positivo? Você reclama e culpa?
Pessoas felizes e confiantes andam de cabeça erguida, olham todos nos olhos, desfrutam de saúde geralmente boa, e suas emoções são suaves e constantes. Elas falam positivamente e sorriem com muito mais frequência do que as pessoas que estão presas em suas crenças limitantes.
Como suas crenças limitantes impactam no seu corpo, elas também impactam na sua vida em geral. Você está lutando em seu relacionamento? Carreira? Finanças? Se você tiver experimentando qualquer luta, ela aponta para crenças auto-limitantes nessa área! O mesmo vale para os sentimentos de estagnação, desesperança, tédio ou falta de entusiasmo. Você não estaria sentindo isso se a sua auto-imagem fosse boa e você não estivesse sendo retido por suas crenças.
Liberando crenças limitantes
Agora que você sabe o que procurar – quaisquer problemas, lutas ou comportamentos negativos na saúde, riqueza, relacionamentos ou carreira – você pode começar a liberar as crenças limitantes que causam esses problemas.
Não importa a situação, você pode avaliar sua situação, suas emoções e seus sentimentos físicos e então trabalhar o passado para identificar os pensamentos que os geraram.
Pense em alguma realização passada pela qual tenha ficado orgulhoso. Em particular, esteja ciente de suas emoções e sua resposta física para esta memória. Quando você foi bem sucedido, você se sentiu bem! “Eu posso” é muito melhor do que “eu não posso”.
Agora pense em um objetivo ou sonho atual. Como você se sente quando você pensa sobre isso? É provável que a sua primeira reação mental / emocional / física seja positiva. É uma sensação boa, não é mesmo, pensar em seu maravilhoso objetivo?
E, em seguida, dependendo da gravidade de suas crenças limitantes, você começa a sentir-se pior: você pode ter náuseas, ou sentir um aperto no seu corpo, as palmas das mãos suadas, etc. Essa é a sua mente subconsciente tentando convencê-lo de que o que você está sonhando é perigoso e você não deve fazê-lo! É assim que você sabe que suas crenças limitantes estão disparando para mantê-lo acomodado onde está!
Ok – aqui está a solução:
Quando você começar a sentir as emoções de “eu não posso”, entenda que é apenas o reverso de um maravilhoso sentimento de “eu posso”. Use sua imaginação cada vez que você pensar que não pode. Faça isso rapidamente, a qualquer momento que um pensamento negativo surgir – imagine o que pode dar certo, o que você pode fazer, o que você quer. Você tem uma escolha! Você não tem que permitir que a negatividade o domine. Seja forte. Faça-se pensar positivamente!
Se você sentir qualquer desconforto físico ou experimentar emoções desagradáveis, use-as como pistas para tomar nota do que você estava pensando. E em seguida, ligue a sua imaginação e visualize o que você quer. Segure-se a esse sentimento bom – porque a visualização positiva nos faz sentir bem – durante o tempo que você puder. Com a repetição, seus bons sentimentos vão se intensificar, as conexões neurais se fortalecer, e seu corpo vai refletir o quão incrível o sucesso realmente parece!
O próximo passo do processo de liberação acontece mais tarde, quando você tem tempo para meditar ou pensar sobre o que aconteceu. Este é o momento de se perguntar por que você acredita que não pode. Quem disse? Será que alguém, no passado, quando você era jovem, o chamou de burro? Será que eles zombaram de você? Disseram-lhe que apenas algumas pessoas poderia fazer? Dependendo da pessoa, o seu estado de espírito e como você interpretou a declaração, você inconscientemente escolheu acreditar nessa declaração. Isso é como crenças auto-limitantes nascem e tomam posse. Se você acredita em uma declaração de alguém que diz algo para ou sobre você, então você inconscientemente começa a tomar ações para provar que o que disseram-lhe era verdade! E o que eles disseram se torna uma profecia auto-realizável!
Conforme você cava fundo no porque você acredita em algo sobre si mesmo, você vai ver que a maioria de suas crenças são baseadas no que outras pessoas disseram. Basicamente, muitas crenças auto-limitantes são baseadas em opiniões de outras pessoas e suas próprias limitações. Elas não são suas limitações – você apenas as adotou!
Agora que você já identificou os pensamentos que fazem você se sentir mal fisicamente, e você buscou em seu passado descobrir por que você se sente assim em relação a si mesmo, você pode liberar a crença. Ela não pertence a você. Você a pegou e adotou, mas você pode facilmente largá-la.
Solte uma crença, comprometendo-se com cerca de um mês ou mais de intensa auto-reprogramação usando sua imaginação e auto-fala. Isto lhe dará uma visão mais ampla, que é a verdadeira realidade – que você é ilimitado e não ligado pelas limitações de outras pessoas!
Use a sensação de Sentir-se Bem como seu guia. É natural querer se sentir bem, então faça de sentir-se bem o seu compromisso. Retorne imediatamente para o estado de se sentir bem quando você sentir negatividade, e você rapidamente irá reprogramar essas crenças limitantes!
Artigo cedido por nossa parceira
Paula Daniele
Master Coach Trainer
Life & Executive Coach
Fundadora, Sócia Diretora da empresa Paula Daniele Coaching, Gestão de Carreira e Imagem.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

VOLUNTARIADO

O VOLUNTARIADO DO BEM, SEMPRE.

"O que fazemos por nós mesmos morre conosco, o que fazemos pelos outros permanece e é eterno."

No mundo atual, moderno pela tecnologia de informação, muitas atividades ganham uma dinâmica melhor se os produtos e serviços tiverem, além da original seriedade, uma abrangência infinita de parceiros.

Pela internet é possível se nutrir de redes de voluntariado, cuja finalidade é propiciar uma variedade de atividades com enfoque absoluto ao bem-estar da humanidade. Na medida em que uma ferramenta de primeiros socorros ou rápidas informações é disponibilizada economiza-se energia e se ganha tempo na resolução dos problemas.

De fácil manipulação e utilização, o Planeta Voluntários nasceu com a premissa de fortalecer parcerias, agregar conhecimento e disseminá-lo, seja no eixo social, cultural, científico ou beneficente.

Cada atividade é desenvolvida com a determinação de se buscar caminhos retos e rápidos, com o propósito de atuar na imediata resolução, pois muitas vezes, uma resposta, uma alternativa ou mesmo ou uma sugestão, por simples que seja, pode estar a quilômetros de distância. Com os parceiros e colaboradores se forma um expressivo banco de dados e em poucos minutos se pode atuar na prática através da permuta comunitária. É a forma instantânea de agir e reagir.

Na última década grandes avanços se consolidaram pelas atuações da mídia eletrônica. Muitos casos considerados difíceis foram resolvidos. Encontraram-se pessoas há muito tempo procuradas; dividiram-se ajudas coletivas em prol de vítimas de catástrofes e consegui-se repassar à boa e importante informação. É bem verdade que há muitos instrumentos servindo várias populações hoje em dia. No caso do Planeta Voluntários, além de se caracterizar como uma organização que prima pela absoluta benevolência, há na espinha dorsal dos objetivos um imensurável potencial profissional, utilizando a rede para ser e não para ter.

Paradoxalmente muitas pessoas acreditam que a internet e suas derivações servem para afastar as pessoas. O Plante Voluntários não. Nossa missão é aproximá-las para com efeito somatório dividirmos o que de bem se precisa para que as pessoas tenham dias melhores, anos melhores, uma vida melhor.

Marcio Demari é Empresário em Londrina, Pr./Brasil
Além de fundador e Presidente do Portal Planeta Voluntários.
Porque ajudar faz bem !
http://www.planetavoluntarios.com.br
 

quinta-feira, 17 de julho de 2014

OS BRICS

15 Julho, 22:52

A independência como marca da ação política dos BRICS

BRICS, Brasil, Rússia, reunião, encontro, Índia

Faz quase 14 anos que a sigla BRIC surgiu no vocabulário do mundo. Em 2001, cunhada por Jim O'Neill, ela se tornou conhecida no estudo "Building Better Global Economic BRICs" e é lembrada toda vez que se fala no clube, grupo ou bloco de que fazem parte o Brasil, a Rússia, a Índia e a China (e, depois, também a África do Sul – no bloco BRICS).

Por iniciativa de Vladimir Putin, os líderes daqueles quatro países se reuniram pela primeira vez na cidade de Ekaterinburgo, na Rússia, em 2009, e desde então se encontram regularmente uma vez por ano numa reunião de cúpula. Agora, em Fortaleza.
A literatura econômica contemporânea não tem seguramente exemplos parecidos com este, em que de repente uma sigla se torna tão falada e discutida, passando de "menina dos olhos" para "o patinho feio" da história. E não é por menos. Entre 2003 e 2007 o crescimento econômico dos quatro países que fazem jus à sigla original representou 65% da expansão do PIB mundial. Atualmente, com a crise, cujas origens são bem conhecidas, os países em desenvolvimento, os BRICS entre eles, obviamente têm passado por dificuldades maiores do que os outros, e apresentam resultados muito mais modestos.
Na opinião de vários analistas econômicos, o BRICS acabou, mas, considerando os números, torna-se difícil concordar com essa conclusão.
Vejam só: de acordo com o FMI, nas últimas duas décadas o peso econômico do BRICS no mundo passou de 5,6% para 21%. Os BRICS representam 40% da população mundial e têm como características próprias o baixo custo de mão de obra, a crescente produtividade, o grande e ávido mercado interno, o incentivo aos investimentos estrangeiros e, em alguns deles, uma inesgotável oferta de recursos naturais. O conjunto desses fatores oferece e cria as oportunidades para o BRICS terem grande potencial de crescimento.
As reservas internacionais dos BRICS representam 5,2 trilhões de dólares. O grupo, que inicialmente não conseguiu ser chamado nem de clube, hoje está se tornando um bloco com posições conjuntas em vários assuntos internacionais, como por exemplo, ultimamente, nos casos da Síria e da Ucrânia. A marca da ação política dos BRICS é o caminho da independência, da livre escolha, da reforma financeira global e do mundo multipolar.
Na parte econômica, as coisas não estão tão claras ainda, mesmo porque alguns membros do grupo têm objetivos diferentes e várias vezes distantes.
Na opinião de Vladislav Inozemtsev, professor de Economia da Universidade Estatal de Moscou, exposta no artigo "Uma Pauta para Amanhã", publicado na revista BRICS Business Magazine, para o BRICS se tornar uma influente instituição internacional é necessário fortalecer as ainda fracas relações comerciais entre os parceiros, além de oferecer ao mercado, inclusive ocidental, as ideias que podem se tornar um importante caminho para a aproximação.
Em relação às ligações entre parceiros dentro do BRICS, estão começando a surgir os primeiros resultados significativos, isto é, as assinaturas recentes de grande número de volumosos contratos entre a China e a Rússia, incluindo fornecimento de gás no valor de US$ 400 bilhões, e as intenções da China de aumentar o volume de comércio com os demais países do BRICS, particularmente com o Brasil.
O diálogo com o Ocidente – continua o professor Inozemtsev – ainda está fraco.
Caso os BRICS realmente desejem, dentro de 30 ou 40 anos, tornar-se líderes da moda econômica mundial, eles devem tomar iniciativa nos assuntos que são os principais na política global.
De acordo com o professor, são três os principais.
Primeiro, o aquecimento global, como principal problema ambiental planetário, em que ele sugere participação mais ativa dos países do BRICS num debate mundial, principalmente a Rússia, a China e a Índia.
Segundo, a avaliação da dívida interna dos Estados Unidos e da União Europeia, uma situação que estamos vivendo atualmente e que dificilmente vai mudar nos próximos dez anos.
O problema é que até 1990 o Ocidente foi credor global, mas na atualidade tudo mudou drasticamente, e enquanto Rússia, Índia e Brasil possuem reservas mundiais de 5,2 trilhões de dólares (em novembro de 2013), o Ocidente está com uma dívida interna altamente preocupante.
O autor do artigo publicado na revista BRICS Business Magazine sugere aos líderes dos países do BRICS preparar propostas que, por um lado, possam diminuir as dívidas mas, por outro, contribuir para o desenvolvimento dos próprios BRICS.
O terceiro assunto para ser discutido é o problema da corrupção e da falta de transparência – tema que tem a maior importância para o crescimento dos países em desenvolvimento, e que assusta os investidores, os bancos e o mundo dos negócios ocidental.
A própria política anticorrupção de cada país do BRICS tratada pelo governo e órgãos competentes e seguida de ações conjuntas com o sistema financeiro mundial torna cada vez mais difícil a transferência ilegal de dinheiro para os bancos do Ocidente.
Fortalecendo as ações conjuntas na área política internacional, aperfeiçoando as relações comerciais dentro do bloco, criando uma agenda conjunta com os países do Ocidente, definindo a sua estratégia e captando novos sócios, o BRICS tem tudo para se tornar um importantíssimo player nas relações globais.
A impressão que se tem é de que os líderes dos países do grupo estão entendendo isso, como demonstram a decisão rápida da criação do banco de investimento com capital de US$ 50 bilhões e o acordo do contingente de reservas, com US$ 100 bilhões disponíveis. Eles mostram a clara decisão de transformar o BRICS num organismo político e econômico com objetivos bem definidos.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

SPED CONTÁBIL

O que é

É a substituição da escrituração em papel pela Escrituração Contábil Digital - ECD, também chamada de SPED-Contábil. Trata-se da obrigação de transmitir em versão digital os seguintes livros: I - livro Diário e seus auxiliares, se houver; II - livro Razão e seus auxiliares, se houver; III - livro Balancetes Diários, Balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos.
Segundo a Instrução Normativa RFB nº 787 de 19 de novembro de 2007, estão obrigadas a adotar a ECD em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 1º de janeiro de 2008, as sociedades empresárias sujeitas a acompanhamento econômico-tributário diferenciado, nos termos da Portaria RFB nº 11.211, de 7 de novembro de 2007 e sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real; (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009) em relação aos fatos contábeis desde 1º de janeiro de 2009, as demais sociedades empresárias sujeitas à tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. (Redação dada pela Instrução Normativa RFB nº 926, de 11 de março de 2009).
Para as demais sociedades empresárias a ECD é facultativa.
As sociedades simples e as microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional estão dispensadas desta obrigação.

Fonte: RECEITA FAZENDA

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A COPA DAS COPAS

 A copa acabou ao menos para o Brasil que sonhava com o Hexa campeonato, porém temos que valorizar esse evento que veio ao país. Mesmo com a incômoda sensação de corrupção do Sr. Marin que ao que parece cedeu aos encantos mesquinhos da oposição, e colaborou com o vexame ao impedir que o Cafú pentacampeão não pudesse cumprimentar seus colegas.
  Típico daqueles facínoras da ditadura, usurpadores do talento alheio e opressores do caráter humano, muito estranho o acidente do viaduto de BH, e após a presidenta Dilma dizer que entregaria a taça, tudo veio abaixo, lembrando os velhos golpes mesquinhos da classe dominante, em especial vindo do ninho tucano da oposição na bela Minas Gerais, dilapidada por políticos mesquinhos que se preocupam somente com poder.
 Porém devemos valorizar o governo Dilma que mesmo com tantas intempéries, soube conduzir uma copa que foi um sucesso. Somente em SP capital a receita girou em 1 bilhão de reais.
  O país perdeu no futebol, mas ganhou em visibilidade, por mais que os oposicionistas não queiram demonstrar isso, temos que observar bem os meios desses políticos e impedi-los de voltar ao poder com sua fúria avassaladora, somente com o intuito de vencer a qualquer custo, apoiados por uma midia que despreza a inteligentsia nacional.
 A economia vai voltar a melhorar, segundo tendências de mercado, a partir de Setembro desse ano, e temos que ver todos os resultados positivos antes de acreditar em qualquer mentira dita descaradamente, por uma súcia de incompetentes, que querem voltar ao poder a qualquer custo.
  O golpe de 64 foi militar, o golpe de 2014 será midiatico, fiquem atentos! Não podemos retroceder atendendo os interesses de meia dúzia de predadores capitalistas, O Brasil é nosso!

RICARDO JERONIMO DA CUNHA
CONTABILISTA
(19) 99769 9642  - 3845 1887


segunda-feira, 7 de julho de 2014

EMPREENDEDOR

Como vencer os 3 principais motivos do fracasso à frente de uma empresa

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Mais uma segunda-feira e você precisa levantar da cama para ir até aquele trabalho que você não gosta porque tem que pagar as despesas da sua casa.
Todos os dias são assim há anos.
Você muda de emprego, de salas e de colegas de trabalho, mas na essência do seu dia você só enxerga insatisfação.
Insatisfação não porque você trabalha fazendo o que não gosta se sentindo prisioneiro das circunstâncias, mas porque você sabe, no seu interior, que você é capaz de realizar muito mais coisas do que viver essa vida monótona de despertador-trabalho, trabalho-tv-despertador.
Você navega na internet procurando maneiras de se libertar dessa rotina maquiavélica e encontra na possibilidade de empreender a sua salvação.
Enfim você enxerga a possibilidade de trabalhar no que gosta, ganhar um bom dinheiro com isso e conduzir uma vida menos estressante à frente da sua família.
Mas como evitar que você perca tudo aquilo que já conquistou investindo em uma ideia de negócio que talvez possa te libertar? 
Esse é o tema do artigo de hoje onde vamos estudar maneiras de diminuir o risco de falir o próprio negócio.
“O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo. ”  Winston Churchill

As causas mais comuns de fracasso nos negócios

Segundo o professor Idalberto Chiavenato, um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos, em seu livro Empreendedorismo: Dando Asas ao Espírito Empreendedor são quatro as causas mais comuns de fracasso das novas empresas:
72% fracassam devido a inexperiência: Incompetência do empreendedor, falta de experiência de campo, falta de experiência profissional e experiência desequilibrada.
20% fracassam devido a fatores econômicos: Lucros insuficientes, juros elevados, perda de mercado, mercado consumidor restrito e nenhuma viabilidade futura.
11% fracassam devido a vendas insuficientes: Fraca competitividade, recessão econômica, vendas insuficientes e dificuldade de gerenciar estoques.
8% fracassam devido a despesas excessivas: Dividas e cargas demasiadas e despesas operacionais elevadas.
3% fracassam devido a outras causas: Negligencia, capital insuficiente, clientes insatisfeitos, fraudes e ativos insuficientes.
* Algumas empresas fracassam devido a problemas em duas ou mais áreas. Por isso a soma do percentual é maior que 100%.
Repare que a maioria das empresas não fracassam por causa da situação econômica do país ou do mundo ou uma outra causa externa a empresa.
A maioria dos empreendedores fracassam por falta de experiência, incompetência ou falta de planejamento.
Logo, atacar esses três principais pontos torna-se então objetivo do nosso estudo.
Vamos começar pelo último.

Como vencer a falta de planejamento

Talvez o seu desejo de se libertar da sua rotina de sacrifícios seja tão grande que a sua vontade seja mesmo de jogar tudo para o alto, pedir as contas e usar o dinheiro da sua demissão para abrir um negócio.
Você não dá atenção para o fato de que a sua mentalidade está forjada para ser empregado e que a falta de dinheiro lhe trará tanta insegurança e ansiedade que consumirá todas suas reservas financeiras e emocionais.
Planeje-se e vá trabalhar todos os dias naquele lugar que você não gosta sabendo que você está todos os dias dando mais um passo na direção da porta de saída do escritório e de entrada para a sua própria empresa.
Vença a falta de planejamento, uma das principais causas para o fracasso dos novos empreendedores, guardando dinheiro para no mínimo seis meses de despesas, fazendo cortes no seu orçamento doméstico e acumulando receita para investir no seu empreendimento sem precisar tocar na sua reserva.
Estabeleça metas sem se preocupar com o nicho onde a sua empresa atuará. Preocupe-se apenas em saber que até tal data você terá tal recurso reservado ou mesmo terá concluído tal formação.
Planejar é como programar uma viagem. Você sabe onde quer chegar, sabe qual caminho pegar e onde serão as paradas para reabastecimento.
[citação] “Se acha que a competência custa caro, experimente a incompetência. ” Miguel Monteiro 

Como vencer a incompetência

Incompetência e falta de experiência poderiam ser colocadas abaixo do mesmo tópico porque uma razão tem forte relação com a outra, entretanto vamos definir incompetência como a falta de conhecimento (e não experiência) em realizar algo.
Se tenho incompetência para escrever, significa que preciso estudar mais sobre ortografia, gramática e redação para escrever melhor.
Apesar de ter um talento para escrever, ou seja, ser algo natural para mim sentar e escrever estas linhas, ser incompetente neste assunto me traria problemas à frente o meu negócio que basicamente se trata de escrever.
Localize no que você é incompetente e tome uma dessas três decisões:
  • Abandone a área onde é incompetente;
  • Busque adquirir conhecimento em tal área; ou
  • Conquiste um parceiro de negócios para te ajudar nela.
Já fui dono de uma empresa que fracassou devido boa parte à minha falta de competência para gerenciar projetos de tecnologia.
Como esta não era uma área para qual eu tinha talento ou um mínimo gostava tanto, decidi abandonar tanto a área como a empresa, encerrando as suas atividades no final de 2012.
Quando peço para você localizar no que você é incompetente é para que você faça uma autoanálise enxergando suas deficiências para evitar um fracasso eminente à frente do seu futuro negócio como revelou a pesquisa anterior.
Se não sabe vender e seu negócio precisa vender. Busque aprender a vender ou encontre um parceiro que saiba fazer isso por você.
De forma alguma empenhe-se a fazer algo que não seja natural para você ou que você não esteja capacitado para fazer.
Afinal, é preferível chamar um salva vidas na praia para salvar alguém que está se afogando ou entrar no mar para fazer um salvamento sem saber nadar?
“Não se pode criar experiência. É preciso passar por ela. ” Albert Camus 

Como vencer a falta de experiência

A última principal razão para o fracasso das empresas é também a mais fácil de vencer, apesar de contar com a presença de um bravo inimigo: a ansiedade.
Um dos meus livros digitais trata justamente do test drive dos negócios que nada mais é que adquirir experiência em um negócio enquanto ele progride.
Para vencer a falta de experiência à frente de qualquer negócio, tudo o que você precisa fazer é diminuir o tamanho do risco e sua ansiedade em tê-lo funcionando por completo.
Se você pretende abrir uma loja de roupas, ao invés de alugar um ponto comercial, contratar um contador e investir em um contrato social, maquinário e estoque, você deve antes montar uma barraca em um local com uma boa circulação de pessoas (uma festa junina, igreja, praça central de uma cidade, etc.) para vender roupas que pegou em consignação de algumas marcas.
Assim como ao invés de contratar um programador para criar um site para a sua empresa, pode antes vender seus produtos no Mercado Livre ou outro site similar.
Repare que em ambas as situações, diminuímos o risco reduzindo o tamanho do negócio do negócio inicial.
Se ele der certo “pequeno”, você pode ir melhorando-o na medida em que aprende mais sobre negócios e a sua mentalidade vai se transformando em uma mentalidade de empreendedor.
“As coisas são tão limitadas quanto a mentalidade das pessoas. ”  Jim Carrey 

Descompressão mental

Não adianta você querer largar uma vida de cinco anos como empregado indo e voltando para os mesmos tipos de lugares e recebendo um salário no final do mês de uma para outra sem antes passar por uma descompressão mental.
Eu já passei por isso e sei do que estou falando.
Quando você sai de um emprego para abrir a sua própria empresa, acaba transformando a sua empresa em um emprego porque a sua mentalidade ainda não mudou.
Você torna a vender a sua liberdade por um pagamento no final do mês.
Mesmo que você tenha dez ou vinte clientes, vai acabar que o seu modelo de negócio refletirá o modelo mental de empregado e isto será péssimo para você e para a sua carreira.
Seu primeiro dever portanto, para não fracassar, é transformar a sua mentalidade, investindo tempo e trabalho neste processo.
Qual outra razão para o fracasso você acha que faltou nessa lista?
“Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo. ” Leon Tolstoi 
Marcos Rezende
Empreendedor, fundador do Insistimento e orientador de carreira para empreendedores.
Criador do Programa “Negócio do Zero” onde ensina a criação e rentabilização de negócios.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

CALENDÁRIO FISCAL

CALENDÁRIO ANUAL DAS ENTIDADES


JANEIRO: FECHAMENTO  DO LIVRO CAIXA DO ANO ANTERIOR

FEVEREIRO: RAIS

MARÇO:  PUBLICAÇÃO DE BALANÇO PATRIMONIAL
               DSPJ (IMPOSTO DE RENDA PARA AS INATIVAS)

ABRIL:   DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA PESSOA FISICA DOS DIRETORES.

MAIO: DECLARAÇÃO IMPOSTO DE RENDA DA ENTIDADE (DIPJ)

JUNHO: RENOVAÇÃO DAS DECLARAÇÕES DE UTILIDADE PUBLICA FEDERAL

JULHO: BALANÇO SEMESTRAL

AGOSTO: MANUTENÇÃO LIVRO CAIXA E ORGANIZAÇÃO CONTÁBIL

SETEMBRO: PERÍODO PARA MONTAGEM DE PROJETOS SOCIAIS PARA O ANO POSTERIOR.

OUTUBRO: ENVIO DOS PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AO CMASH E CMDCA.

NOVEMBRO : ENVIO DOS PROJETOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS AO CMASH E CMDCA.

DEZEMBRO: DCTF ANUAL PARA IMUNES.


 Não esquecendo que durante todo o ano deve ser dar especial atenção quanto aos vencimentos de mandato e manutenção do estatuto social.

LEGALIZE SUA IGREJA

AS IGREJAS E SUAS OBRIGAÇÕES LEGAIS

No Brasil vige o princípio constitucional da separação Igreja-Estado, não podendo o Estado intervir com relação a questões religiosas, espirituais ou de fé, bispos, pastores, ministros, diáconos, presbíteros, evangelistas etc, para os quais não existe qualquer regramento legal, tendo a Organização Religiosa, qualquer seja sua confissão de fé, toda a autoridade de estabelecer os critérios para o exercício destas funções eclesiásticas, em face da garantia da ampla liberdade religiosa constitucional, pressupondo respeito a lei, inclusive, no exercício da fé.      

Contundo, é vital registrar que, para o ordenamento jurídico brasileiro, a Igreja,  enquanto organização social, é pessoa jurídica de direito privado, como disciplinado no Código Civil, e sua diretoria estatutária responde judicialmente pelos danos causados a Instituição de Fé, aos membros e a terceiros, independente de ter havido culpa (ação involuntária) ou dolo (ato intencional) pelo causador, pois desde a Constituição Federal de 1988, graças a Deus, vivemos num Estado Democrático de Direito, o que pressupõe uma atuação ética eclesiástica.

Destacamos, para exemplificação algumas áreas e aspectos legais nas quais as Igrejas, Entidades Eclesiásticas ou Instituições de Fé, estão obrigadas a respeitar, tais como quaisquer organizações associativas, junto a Sociedade Civil Organizada.

Área civil: orientar que só os membros civilmente capazes, em geral os maiores de 18 anos, devem participar de assembléias deliberativas, votando ou sendo votados, podendo legalmente ser eleitos para quaisquer cargos de diretoria estatutária, conselho fiscal, conselho de ética, exatamente numa proposição de governança ética etc;

Estatutária: ter o Estatuto Associativo averbado no Cartório do RCPJ, que é uma espécie de Certidão de Nascimento da Organização Religiosa o qual possibilita o cumprimento de deveres e o exercício de direitos, inclusive na obtenção de seu CNPJ na Receita Federal;

Associativa: que os membros devem possuir um exemplar do Estatuto, onde constam seus direitos e deveres, e que a exclusão dos membros deve ser efetivada com procedimentos bíblicos e legais, sob pena de reintegração por descumprimento estatutário e direito a indenização de dano moral por exposição ao vexame público etc.

Imobiliária: reunir-se em local que possua Alvará ou Autorização Municipal, ou quando for o caso de construção nova “Habite-se”, e ainda, o Certificado da Vistoria do Corpo de Bombeiros etc;

Responsabilidade civil: manutenção de instalações de alvenaria, elétricas e hidráulicas em bom estado de conservação, extintores de incêndio, saídas de emergências etc, sendo recomendado, a contratação de um seguro contra incêndio e acidentes no templo e dependências, e, para veículos da Igreja;

Obrigação moral e espiritual relativa aos pastores e ministros religiosos que devem ser sustentados condignamente através dos rendimentos eclesiásticos.


Tributária: usufruir o direito à imunidade da Pessoa Jurídica, com relação a impostos, requerendo o reconhecimento junto aos órgãos públicos, e obrigatoriedade de apresentação da declaração de imposto de renda anual, além de reter e recolher ao Fisco o imposto devido pelo pastor, ministros e funcionários, além da obrigação com os demais tributos, tais como: taxas e contribuições, especialmente as sociais;

Trabalhista: registrar a Carteira de Trabalho dos seus prestadores de serviços, pagando seus direitos em dia, tendo o Zelador(a) o direito a receber as horas extras prestadas, e, que sua família, se não for contratada, não tem obrigação de prestar serviços a Igreja, sob pena desta também ter direito a pleitear indenização trabalhista etc;

Voluntariado: ter consciência de que a Lei do Voluntariado não se aplica as Igrejas e Organizações Religiosas, não devendo a Igreja utilizar mão-de-obra de irmãos e irmãs que não seja direcionada para “atos de fé”, como: Diretoria Estatutária, Professor da EBD, Regente do Coro da Igreja, Grupos Musicais, Lider de Grupos de Oração, Presidente das Sociedades Internas: Homens, Mulheres, Jovens etc.

Previdenciária: quitar mensalmente as contribuições sociais de seus empregados, e, facultativamente de seus pastores e ministros etc;

Administrativa: respeito às atribuições dos diretores estatutários - presidente, vice-presidente, secretários, tesoureiros, conselho fiscal, conselho de ética, no cumprimento 
              
            MARCO CIVIL DO TERCEIRO SETOR


 A presidente Dilma Roussef assinou no último mês o marco regulatório do Terceiro Setor que deve mudar substancialmente, todo o funcionamento fiscal das pequenas e médias empresas e entidades do terceiro setor.

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

NEGÓCIO PRÓPRIO

NEGÓCIO PRÓPRIO 
Por RICARDO JERONIMO DA CUNHA
É o sonho de muita gente ter o seu próprio negócio, muitas vezes escutamos isso.Os motivos são diversos, desde o cansaço de receber ordens ou a sua própria personalidade de liderança e empreendedorismo.
 Porém navegar nessas águas pode ser um grande risco pessoal, por diversos motivos; entre eles a falta de preparo, teimosia e indisciplina.
 Trabalhar para outro é para muitos uma escravidão, e não está errado quem pensa assim, se observarmos que seus sonhos quando você tem patrão, são os sonhos de outra pessoa, e que suas idéias serão alheias por mais que mostrem o contrário.
 O patrão apenas visa o lucro e o funcionário se torna apenas um número, menos que um fornecedor, muitas vezes é nítida essa relação através de baixos salários, ou através da exploração nua e crua.
 Muitos empresários foram funcionários e o pior que o ciclo continua, quando se tornam patrões, ao invés de desenvolverem uma forma melhor de remuneração para seus funcionários, pensam no lucro rápido, lucro máximo, nesse ciclo capitalista destrutivo.
 Os novos empresários, poderiam ser novos de forma ampla, e  no verdadeiro sentido da palavra, ter idéias inovadoras, e avançadas, é arcaico e comum o empresário reclamar dos impostos, porém não acompanhar e cobrar o governo, fiscalizando onde é gasto esse dinheiro. São raros os que conversam com legisladores e participam da política pública sem querer tirar vantagem.
  Os novos empresários muitas vezes se acomodam com idéias ultrapassadas, e essa roda somente faz aumentar o número de funcionários desanimados em servir, em trabalhar, vide o número alto de informais, profissionais liberais e autônomos.
 Hoje já há uma carência grande de mão-de-obra, principalmente qualificada, porém o velho empresário com idéias arcaicas prefere criticar o Bolsa família, e projetos sociais, ao não entender a verdadeira conjuntura do problema; salários baixos não serão atrativos, e o funcionário é antes de mais nada o soldado da sua empresa, a linha de frente.
 A contabilidade é um capítulo a parte, costuma-se ter uma visão distorcida do trabalho contábil, muitas vezes o empresário não acha necessário ter um contador, o que é um erro, o efeito disso serão multas com a receita federal, a falta de organização da empresa, e a estagnação.

                                                                 ****
A contabilidade de uma empresa é a base do seu sucesso comercial, e mesmo que o profissional fique em stand by, ele estará à sua disposição quando precisar de consultoria e informações.
  Há alguns empresários com pensamento arcaico e atrofiado que costumam dizer :
- Eu vou te pagar R$ 50 por dez minutos de trabalho! Porém a resposta será:
- Você pagará R$ 50 pelo trabalho, estudo e dinheiro investido para me capacitar e fazer o seu serviço em dez minutos.
  Procure um contador de sua confiança ao planejar abrir uma empresa e acredite no seu potencial com a contabilidade em dia e um bom negócio você vai prosperar, mas lembre-se tudo depende de investimento, seja tempo, material e até mesmo emocional.

RICARDO J. CUNHA
CONTABILISTA
CRC 1SP 265413-0-4
novosrumos3setor@hotmail.com
Fones: (19) 3845 1887 - 997699642